
Parcelamento de Dívida Previdenciária: Parar de Pagar Não É o Caminho Seguro para Conseguir Mais Prazo
Resumo:
Uma entidade sem fins lucrativos que paga cerca de R$ 100 mil por mês em parcelamento de contribuições previdenciárias (INSS) avalia suspender os pagamentos para que o débito seja encaminhado à PGFN e ali renegociado em mais de 100 parcelas. A orientação é que a estratégia, embora possível em tese, é sensível. Não há garantia de envio automático à PGFN nem de novo parcelamento acima de 100 parcelas, e a rescisão do parcelamento torna exigível o saldo restante. Se o parcelamento decorreu de transação tributária, interromper os pagamentos pode ainda impedir nova transação
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