MINISTRO DA EDUCAÇÃO DEFENDE RETORNO AS AULAS E AFIRMA QUE O GOVERNO FEDERAL NÃO MEDIRÁ ESFORÇOS PARA GARANTIR A SEGURANÇA DOS ALUNOS

O ministro da Educação, professor Milton Ribeiro, afirmou na segunda-feira (11) que o MEC (Ministério da Educação) e o governo federal não medirão esforços para garantir a segurança de alunos e professores na volta às aulas presenciais. O chefe do órgão publicou o comentário no Twitter ao compartilhar uma carta aberta da Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) destinada às prefeitas e aos prefeitos eleitos dos municípios brasileiros.

“Não pouparemos esforços para garantir a segurança de estudantes e professores na volta às aulas. A educação não pode parar, e isso já é reconhecido por instituições internacionais como a Unicef. O ensino é um dever de todos e um compromisso do governo Jair Bolsonaro”, escreveu Ribeiro, por meio da rede social.

Na carta publicada pela Unicef, a entidade ressalta que o “fechamento da maioria das escolas e o isolamento social têm impactado profundamente a aprendizagem, a saúde mental e a proteção de crianças e adolescentes. Apesar dos esforços para organizar atividades remotas para continuidade das aprendizagens, milhões de crianças e adolescentes não foram alcançados e perderam o vínculo com a escola.”

O órgão, que é vinculado à ONU (organização das Nações Unidas), recomenda, ainda, que “as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a reabrir em qualquer emergência ou crise humanitária. É fundamental empreender todos os esforços necessários para que as escolas de educação básica reabram no início deste ano escolar, em segurança. É um momento-chave que não podemos deixar passar.”

A forma de reabertura, no entanto, deve ser adaptada de acordo com as diferentes realidades locais —considerando taxa de contágio, números de casos e óbitos e, também, questões sociais, econômicas e culturais de determinadas regiões do País. “Pode incluir elementos de educação híbrida, uma mistura de educação presencial e a distância, rodízio de estudantes em grupos pequenos, etc. – como sugerido nos protocolos que estão à disposição”.

Fonte: Portal R7 – 11/01/2021

 


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