PODER DIRETIVO E DISCIPLINADOR DO EMPREGADOR (parte 1)

Muitos são os questionamentos que recebemos quanto ao poder diretivo e disciplinador do empregador. E é comum ver reclamações trabalhistas chegando aos tribunais e tendo condenações em virtude de falhas nas atitudes do empregador com relação ao empregado.

Assim podemos citar vários exemplos recorrentes nos Tribunais, como por exemplo, o uso de equipamento de proteção individual que o empregador fornece e o empregado não utiliza, ou o empregado que não marca corretamente sua frequência.

E as dúvidas são sempre as mesmas: o que o empregador deve fazer nestes casos

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