
Sinpro-Rio leva impasse da negociação coletiva ao TST: o que muda para as escolas particulares do Rio de Janeiro
Resumo:
O presidente do Sinpro-Rio relatou, em encontro institucional no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-RJ) com a presença de um ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), noticiou que a negociação coletiva da Educação Básica no Rio de Janeiro está travada por intransigência patronal.
Diante da falta de resposta às pautas mínimas da categoria docente, o sindicato já acionou a mediação judicial pelo CEJUSC (Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania), com a primeira audiência já realizada. Para mantenedoras e gestores de escolas particulares do estado
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