JUIZ DESCARTA INDENIZAÇÃO A TRABALHADORA DA REDE DE ENSINO QUE ALEGOU TER SÍNDROME DE ESGOTAMENTO PROFISSIONAL

Inspetora escolar da rede de ensino procurou a Justiça do Trabalho pretendendo receber do empregador indenização por danos morais decorrentes de doença profissional e, também, por assédio moral. Disse ter adquirido esgotamento físico e mental característicos da síndrome de burnout, em razão de assédio moral do qual foi vítima no ambiente de trabalho. O caso foi analisado pelo juiz Delane Marcolino Ferreira, titular da 1ª Vara do Trabalho de Poços de Caldas, que não deu razão à trabalhadora.

O magistrado constatou que a inspetora escolar foi acometida de doença profissional que a afastou

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