COMO PROCEDER QUANDO UMA GENITORA INFORMA A ESCOLA APENAS NO FINAL DO ANO LETIVO QUE O ALUNO POSSUI NECESSIDADE ESPECIAL

Recentemente, uma Instituição Educacional entrou em contato com esta assessoria, buscando auxílio de como proceder num caso em que a genitora de um aluno descobriu que o menor é portador de atraso na fala, em novembro de 2019, ou seja, próximo ao final do ano letivo. E que em razão do laudo não apontar a CID, a Escola tem dúvidas se o caso deve ser tratado sob a ótica da lei da inclusão de pessoas com deficiência.

Primeiramente, insta esclarecer que apesar de o médico ter especificado que o menor é portador

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